| Imagem do Destilador Solar da UFRJ |
O intuito deve breve comparativo não é competitivo, mas sim explicativo, pois o projeto lançado pela UFRJ teve como base apenas o uso da energia solar para realizar o processo de destilação, enquanto o processo que desenvolvemos é apenas uma adição ao projeto deles, onde controlamos a temperatura interna durante os períodos sem insolação para continuar produzindo água destilada.
A simplicidade do projeto da universidade carioca é a interseção ao nosso, porem no caso do destilador produzido por nós existe uma tecnologia embarcada que permite produção continua. Com dispositivos que captam a luz externa e medem sua intensidade conseguimos controlar uma resistência, essa, que ao receber o sinal produzido pelo sensor de luz, começa a gerar calor e continuar a ação de destilação.
Para tanto, essa é a grande diferença entre os dois sistemas, um que funciona apenas em um período, versus outro que não precisa parar de produzir por um longo tempo.
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